Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
por Pedro Vieira
é o slogan da campanha da UMAR contra a violência doméstica em portugal, num ano que já conta com 43 vítimas mortais, todas mulheres. a petição assina-se aqui.

por Pedro Vieira
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20 comentários:
Também há um blogue http://eunaosoucumplice.wordpress.com/

deixado a 26/11/08 às 02:24
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Mouzinho
A violência contra as mulheres, crianças e idosos é uma infâmia, que infelizmente não é muitas vezes mal vista socialmente. Mas esta petição para um mega-confessionário, ou uma absolviação à la igreja lá da terra

deixado a 26/11/08 às 10:10
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João
Este é sem dúvida um poblema grave e sério, que deve ser combatido com todas as forças, mas daí a fazerem uma petição dirigida a HOMENS, e não a todas as PESSOAS, como se fossem só os homens os agressores e só os homens capazes de ter uma palavra a dizer sobre o assunto é no mínimo indigente.
Este é um problema que tem de ser combatido pela sociedade toda e muito menos se devem pôr as coisas nos termos em que este abaixo-assinado põe: insinuando que existe uma cumplicidade entre todos os membros do sexo masculino que permite que tais aberrações existem, cumplicidade essa que tem de ser destruída.
Eu sou homem e nunca compactuei com casos que conhecesse de violência doméstica, causada por quem fosse.
E a violência contra homens? Não existe? E contra crianças perpetrada por mulheres? E violência doméstica entre mulheres?
A violência doméstica é transversal a todas as classes e géneros, e acho redutor que a UMAR tenha deixado de fora tantos outros casos de violência doméstica em que os homens não são o agressor ou que não deixe a metade da população feminina participar nesta acção.

deixado a 26/11/08 às 11:05
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balburdio
A questão da violência doméstica, tal como é apresentada crónicamente nos media faz mais mal que bem por esta causa.
A mim deixa-me pior que indiferente, fico desconfiado, leio 2ªs intenções nas entrelinhas, acho que tudo é uma fraude.

Este é o cavalo de batalha do momento, cuja monopolização é disputada pelos partidos de A a Zinko. Os de direita porque, como eu, adivinham sinistras agendas por trás da contenda, os de esquerda para depois meterem tudo no mesmo saco. Confundindo homicidio com palmadas no rabo dos meninos mal comportados.

Com que objectivo?
Querem acabar com as admoestações físicas e psicológicas, querem acabar com o que identificam como o papel educador dos pais, querem acabar com a família como pilar da sociedade.

É o grande, único desígnio da esquerda, na sua saga atroz contra o género humano.

deixado a 26/11/08 às 11:39
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João
Balburdio,
Não sabia que tentar que um cônjuge não encha de porrada o outro cônjuge ou os filhos ou a sogra ou quem quer que viva na mesma casa, era "acabar com a família como pilar da sociedade".
Também não sabia que aquilo que é identificado como o papel educador dos pais era uma tareia de caixão à cova.
Mas nisto, cada um é como cada qual e o balburdio lá deve ter sido educado segundo um modelo de família diferente do meu.

deixado a 26/11/08 às 12:17
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balburdio
O João está a adiantar-se à agenda!! ainda não estamos na fase de meter tudo no mesmo saco.

Ainda só estamos na fase de tentar estabelecer, nas mentes sopeiras do povão ignaro, a equiparação entre homicídio e violência doméstica.

A fase de confundir violência física com palmadas no rabo vem a seguir!!

p.s.
Para quê a terminologia indiferenciada (cônjuge) se depois se denuncia com a sogra??!!
Merecia era estar casado com a Maria das Dores para ver o que é a verdadeira violência doméstica!!

deixado a 26/11/08 às 14:10
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A.R.A
Oh Balburdio!!!!!!!!!!!

Mas que balburdia vai nessa sua cabecinha, então acha que ... "É o grande, único desígnio da esquerda, na sua saga atroz contra o género humano."... defender a extinção da familia come e cala? Ou entre marido e mulher não metas a colher?

Balburdio- 2008 ano que já conta com 43 vítimas mortais de violencia domestica, isto não tem nada a haver com esquerda ou direita são direitos HUMANOS criatura!

Esses animais (Homens & Mulheres)por norma utilizam a violencia fisica e ou psicologica sobre quem lhes é mais fraco o que faz deles uns cobardes, mas se é esse o seu caso não tenha o azar de pôr em pratica o que afirmou
..."Querem acabar com as admoestações físicas e psicológicas, querem acabar com o que identificam como o papel educador dos pais, querem acabar com a família como pilar da sociedade."...
á minha frente porque antes de chamar a policia, um qualquer barrote no lombo servir-lhe-á de correctivo educador.

Aquele Abraço FORTE e SENTIDO
A.R.A

deixado a 26/11/08 às 15:11
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balburdio
48 que segundo PSP, GNR e PJ são apenas 9, dois deles homens, mas esse tipo de inflação da realidade já vai sendo uma constante destas tretas de ONG como a UMAR.
Credibilidade é coisa que não consta dos seus dicionários.

A questão é que se procura estabelecer na mente de pessoas como A.R.A. a necessidade de destacar a violência doméstica do quadro geral da violência.

Não compreendo por que carga de água uma mulher vítima de violência doméstica não paga taxas moderadoras mas uma vítima de agressão já paga! Ou pagam todas as vítimas ou não paga nenhuma.

Mas ainda pior é a verdadeira razão desta descriminação (por parte de quem diz combater a descriminação, atente-se)

A ideia peregrina de criminalizar a bofetada não pegou muito bem na sociedade, então resolveram ir lá com paninhos quentes, primeiro confunde-se a plebe com a violência doméstica, depois, de hiperbole em hiperbole, passamos da violência para a admoestação.
O objectivo final é desagregar a família, o que é conseguido no dia em que os miúdos façam queixa dos pais por terem levado uma bem dada estalada no rabo. Num certo país, conhecido pela elevada taxa de suicídios, já aconteceu!

Quanto ao tal barrote, bem prega frei tomáz! violência doméstica não que horror, mas barrotes no lombo do próximo tudo bem.

A questão da violencia domestica é uma falsa questao, a violencia e seus efeitos são cobertos pela lei e tudo o mais são tretas !

Não é pois o crime violento que está em questão mas sim a pequena agressão, o estalo na cara, a prosaica lambada no focinho.
E aqui há pouca distinção, tanto a praticam homens como mulheres, talvez até mais as mulheres.
Até conheço casais que mantém uma sólida e duradoira relação assente em terapeuticas sessões de porrada de parte a parte!

O melhor mesmo, e dado que a denuncia depende sempre de haver de facto uma vítima, e esta querer denunciar o caso, é não meter a colher!
Se há uma vítima de agressão que denuncie o agressor, seja ele quem for, a sociedade não tem que se imiscuir em assuntos de alcova!

Muito menos que se armar em moralista hipocrita que não resolve (nem tenta) problemas de violencia bem maiores

deixado a 26/11/08 às 18:03
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A.R.A
Balburdio, Balburdio! Respeito pelo próximo é algo que a igreja sempre apregoou mas quando se tratava de violencia do marido para com a mulher (na generalidade dos casos)infelizmente essa hipócrisia moralista de que fala era posta em prática com os conselhos dados "até que a morte vos separe", e como eu vejo que é crente desprograme-se e faça uma introspecção após ler o que saiu no Diário Noticias de sábado 22 de Novembro com o titulo:
- Marcadas para a vida (violencia domestica)

Célia,37 anos, operaria- Agressão: Tiro atrás da orelha Marca:Ficou tetraplégica e anda numa cadeira de rodas que guia com o queixo

Lurdes,47 anos, jurista- Agressão: Esbofeteada na cara Marca:ficou c/ deformação na cara

Émelhor ficar por aqui

A.R.A

deixado a 26/11/08 às 19:06
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Acho esta conversa muito engraçada, mas chegou-se ao exagero de confundir uma palmada no rabo de uma criança com agressão.
Tenho 3 Filhos, nunca lhes bati, mas não prescindo do meu direito de que se for necessário lhes dar uma palmada na altura certa.
Fala-se em violência doméstica metendo tudo no mesmo saco: o homem ou a mulher que dá um estalo porque foi ofendido, num acto irreflectido é visto exactamente da mesma maneira que o homem ou a mulher que agride sistematicamente e nem sempre é assim...
Uma vizinha minha tem um filho, um autêntico delinquente juvenil, que passa a vida a chamar p... e c...... à mãe. Um dia,em que a senhora estava na padaria para comprar o lanche para o filho levar para a escola, quando lhe perguntou se queria uma bola de berlim com ou sem creme,o rapaz respondeu: "quero uma merda qualquer" a mãe passou-se e deu-lhe um estalo à frente de toda a gente.Gerou-se a confusão, meteu-se toda a gente, chamaram a polícia e a desgraçada teve de ir explicar à esquadra que deu um estalo ao filho porque foi extremamente mal educado...
O rapazinho acusou a mãe de lhe bater sistematicamente e isso não é verdade.

Há que ter muito cuidado como que se considera violência doméstica e nem sempre devemos acreditar no que lemos e ouvimos, mas cada um de nós,tem a obrigação e o dever de chamar à atenção dos putos que andam por aí, os que usam e abusam de linguagem e actos ofensivos. É um dever cívico na minha opinião, que evitaria muita coisa. Não basta falar e assinar petições.

deixado a 26/11/08 às 23:42
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