Não é sobre o livro de Margarida Rebelo Pinto que quero falar, mas antes do veto da Alemanha e da França à adesão da Bulgária e da Roménia ao espaço Schengen.
Merkel e Sarkozy acham que a Roménia e a Bulgária têm demonstrado muitas debilidades na luta contra a corrupção e o crime organizado.
Um argumento destes, vindo de um país que há meses está atolado no folhetim Woerth-Bettencourt e nas suas sequelas, é, no mínimo, estranho. Que este veto e a condenação, nacional e internacional, das políticas de expulsão de ciganos, romenos e búlgaros, de França não estejam relacionados é a tal coincidência que me parece não existir.
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