Gestores de topo com pensão vitalícia para ex-políticos. São mais de 400 antigos políticos (só não estão incluídos no rol membros do BE) que beneficiam de uma benesse revogada em 2005 pelo Governo PS. Entre eles, um dos padrinhos da nação, Jorge Coelho, e um dos homens da Coelha, Dias Loureiro, que já veio dizer, com o maior desplante do mundo, que não prescindirá da subvenção vitalícia. Recorde-se que estamos a falar de alguém que, se este fosse um Estado de Direito, já teria sido julgado por crimes de colarinho branco que têm custado milhões que saem do bolso dos contribuintes. Há de facto um limite para os sacrifícios dos portugueses.
(Miguel Macedo, esse, abdicou do seu subsidiozinho. Mas fê-lo esperneando, que 1400 euros sempre são 1400 euros. Sim, é mesmo légau, o subsídio, e só dele prescinde para não o chatearem mais. É esta a massa de que são feitos os nossos governantes: a legitimidade moral é um conceito alienígena e apenas cedem quando são pressionados pela opinião pública. E sim, claro que num país verdadeiramente democrático ele se teria imediatamente demitido. Assim como José Cesário, que se mantém calado. Como, já agora, continuam os blogues de direita.)
Plos vistos a intervenção do Carvalhas deixou-lhe qualquer coisa atravessada na garganta, de tal forma que ainda hoje não consegue pronunciar o seu nome sem ficar azamboado.
Tome um calmante que é capaz de melhorar.
Sérgio Lavos
Como diria o fotógrafo do telemóvel, isto são pintelhos.
Pá, estás a ser invejoso como diz o grande economista comentador do Arrastão?
Ou estás armado em chato, com uma má vontade do caraças contra quem faz pela vidinha deles?
Gaita, quem se habituou à lagosta não podia fazer o sacrifício de se adaptar à sapateira.
Vê lá se consegues ser mais compreensivo com esta gentinha, abnegadamente ao serviço de todos os compadres deles.
Beijocas
Cristina
Sérgio Lavos
O meu comentário teve a intenção de ser irónico, sarcástico ou coisa parecida, pois qualquer destas coisas pode ser uma arma como a cantiga.
Como não consegui passar essa ideia, peço desculpa.
Mas noutro comentário ao teu post “Reestruturação da dívida da Grécia não é boa solução” disse, entre outras coisas:
“Ouvi e li isto
O primeiro-ministro aproveitou ainda para acalmar as instituições financeiras nacionais sobre o papel do Estado, caso a banca recorra aos 12 mil milhões de euros, disponibilizado no programa de assistência: «O Estado será um accionista passivo. Servirá para reforçar o processo de recapitalização e retirar-se logo que possível.»
Pois, passivo mais passivo do que o senhor dos Passos a dar o rabiosque ao capital financeiro, não há!”
A intenção foi a mesma e parece que a acolheste no teu post Novas formas de fazer o amor.
Aí, escreveste a determinado passo "é um prazer ajudar os nossos bancos, a sodomia passiva é a quintessência do capitalismo financeiro".
Pronto, são coisas que acontecem e já agora, que os apoiantes deste governo façam brevemente o seu período de nojo, luto ou o catano.
Beijocas
Cristina
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