Quarta-feira, 31 de Março de 2010
por Pedro Vieira

© rabiscos vieira
[...] This post was mentioned on Twitter by Arrastão. Arrastão said: Arrastão state of the art: © rabiscos vieira http://bit.ly/abzYQd [...]
Sonso
Mais um desenho politicamente correcto....este estaminé nunca passa do mesmo registo. Já chateiam de tão previsiveis que são.
Pedro Vieira, se os bombistas suicidas de Moscovo eram islamistas, para não variar, como é que você mete aí umas bonecas tradicionais russas junto ao cinto de explosivos?
Só se o objectivo do desenho é gozar as vitimas....representando as bonecas as pessoas que foram pelos ares.
Seja ousado homem....não tenha medo das fatwas do Imã Daniel e meta aí um desenho com uma caricatura do Maomé.
Antonio Cunha
O desespero que leva uma pessoa a perder qualquer tipo de amor à vida deve ser enorme !
Estas 2 mulheres faziam parte de um grupo de 30 que foram treinadas no Caucaso por um famoso terrorista Checheno.
João Moreira
Não é desespero, é fanatismo religioso.
Isabel Coutinho
Há além disso neste desenho uma profunda ignorância.
Aqueles povos, entre e Mar Negro e o Mar Cáspio, que nunca foram completamente pacificados, são sobretudo de etnia mongol, descendentes das hordas do Gengis Kan.
Nem mesmo nos tempo dos Kzars, que os usavam como temíveis guerreiros, mas nunca conseguiram integrá-los em exercitos regulares, pois só obdeciam aos seus próprios chefes. Só a mão-de-ferro do Império Soviético conseguiu dar uma (falsa) imagem de integração.
Não, eles não são russos, nem turcos. Odeiam igualmente uns e outros.
São uma quantidades de clãs semi-autónomos que ora se guerreiam ora se aliam, conforme as circustâncias.
O islamismo, introduzido bastante tarde (à excepção da Arménia) criou uma falsa ideia de identidade, à qual eles se agarram à falta de melhor.
Como resolver o problema não sei. Nem eu, e segundo me parece, nem ninguém.
No fundo todos os seus vizinhos os temem. E talvez não seja para menos ...
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