Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
por Daniel Oliveira

 

 

O que é mau para Portugal é mau para a Madeira. O aumento do IVA, prazos de pagamento muito curtos e uma redução do investimento público (talvez na Madeira bastasse alguma razoabilidade) terão efeitos na economia da Madeira e, a curto prazo, nas suas contas públicas. Maus efeitos, claro está.

 

Há algumas diferenças em relação à situação nacional. Agora que conhecemos finalmente as contas de 2011, ficámos a saber que o "desvio colossal" se deveu sobretudo à queda das receitas. Ficaram mais de 2.300 milhões de euros abaixo do previsto. Já a despesa ficou 440 milhões abaixo do que se contava. Ou seja, não foi, ao contrário do que insistentemente se diz, a despesa galopante que desequilibrou as contas públicas, mas a perda de receitas, sobretudo nos descontos para a segurança social e no IVA. Foi a crise, muito mais do que despesismo. Na Madeira, pelo contrário, as despesas, sobretudo em ano de eleições regionais, foram sempre astronómicas.

 

Ainda assim, o resultado da austeridade (e não da disciplina, que, com ou sem dinheiro, nunca acontecerá com Jardim a governar) será o mesmo que no Continente: mau para a economia, mau para as receitas, mau para as contas públicas.

 

Só que Jardim pretende fazer um paralelo inaceitável com o conjunto do País (que inclui, recorde-se, a Madeira). Quer parte das receitas da privatização da TAP, da ANA e dos CTT. Algumas perguntas: porque hão de os madeirenses receber duas vezes pela mesma coisa (como portugueses e como madeirenses)? Quanto dinheiro o governo regional da Madeira investiu nas duas últimas empresas (a primeira não pode receber fundos do Estado)? Que participação teve na sua valorização financeira? Ou Jardim defende a solidariedade nacional na hora de receber quando ela nada lhe diz na hora de pagar?

Resta então a questão política. Há uma grande diferença entre a "negociação" com a troika e esta. A primeira aconteceu com um governo demissionário. E que assim ficou por se ver obrigado a pedir uma intervenção externa e a assinar um memorando desastroso para o País. Ainda antes de pedir este dinheiro José Sócrates considerou que tinha de voltar a ver sufragada a sua legitimidade. Perdeu as eleições. Alberto João Jardim esperou para depois das eleições para acordar medidas de austeridade. Os madeirenses foram a votos sem saber ao certo o que lhes esperava. E isso é inaceitável. Houve quem defendesse, na Madeira, durante a campanha, que as eleições deviam ser adiadas para depois deste acordo - que se saberia que acontecia. Assim não aconteceu.

 

Se Alberto João Jardim pensasse em mais do que a sua própria sobrevivência política - que explica, em grande parte, o estado das contas públicas madeirenses - faria o mesmo que anterior primeiro-ministro fez. Faria o mesmo que ele próprio fez quando Sócrates mudou as regras de financiamento da Madeira. Precisava então de legitimidade reforçada? E agora, não precisa? A resposta é simples: antes podia acusar o governo da República pelas suas desgraças, agora teria de assumir as suas responsabilidades.

 

Publicado no Expresso Online



por Daniel Oliveira
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33 comentários:
Carlos Marques
"e uma redução do investimento público (talvez na Madeira bastasse alguma razoabilidade)"


Mesmo em relação à Madeira, onde o público tem sido mais do que privado, parece que o que é público é que é bom...

deixado a 27/1/12 às 11:07
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Miguel Braga
A lógica da realização de eleições depois de se saberem os dados da negociação tem, claramente, o seu ponto de verdade. Mas, também, não o tem, dizer-se que estariam a decidir ou comprometer-se com aquilo que poderia ser para outros fazer depois das eleições?
A primeira opção não deixa de fazer lembrar os secretários de estado que, perdidas as eleições, assinam tudo o que lhes põe à frente, «quem vem a seguir que feche a porta», ou então «um tempo de retiro em Paris, estudando qualquer filosofia política»...
Qual das duas a melhor? Creio que a resposta dependerá sempre de quem está numa ou noutra posição (quem sai, ou quem está a chegar).
Certamente que aqui o Daniel Oliveira pretende também sublinhar a necessidade de se penalizar quem mal governou. Mas, quem sai verdadeiramente penalizado é quem (des)governou, ou não são sempre os mesmos? (quer a negociação fosse feita antes ou depois)

deixado a 27/1/12 às 11:20
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De todas as (muitas) coisas que não percebo neste país, a Madeira é uma delas.

deixado a 27/1/12 às 11:25
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Rui F
Muito bem....

e o congresso da CGTP?
e a secundarização do Bloco - uma vez mais - por parte dos comunistas da central?

É que com "amigos" DESTES como o Bloco tem à esquerda, para que servem os inimigos?

deixado a 27/1/12 às 11:58
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Slsalgueiro
O post fala de alhos e o Sr. comenta bugalhos.

deixado a 27/1/12 às 14:32
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Distribuidor de ossos
Béu-béu.
Um osso para o rapaz


Rui F
Bem mandado eim?

deixado a 28/1/12 às 18:43
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PedroM
"Foi a crise, muito mais do que despesismo"
Então agora engole a retórica que os défices escondidos da Estradas de Portugal (e muitas outras empresas e entidades públicas) e as PPP's não têm grande impacto (muito menos negativo) nas contas e no despesismo? Podem então continuar, que não será por aí o mal, não é?

"Os madeirenses foram a votos sem saber ao certo o que lhes esperava"
Está a gozar connosco ou a chamar atrasados mentais aos madeirenses?
A ser verdadeiro, retire-se o poder de voto aos madeirenses por manifesta inimputabilidade.

deixado a 27/1/12 às 13:26
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Distribuidor de ossos
Béu-béu
Um osso para outro rapaz.
Este tem pinta de ser o fiscal das PPP.Travestido de Cavaco que deu o pontapé de saída Às tais PPP e a cheirar aos pés de Coelho.
Será de lhe lamber tanto os ditos?


Rui F
já reparei que te mandaram ladrar pelas "ruas" do arrastão...

deixado a 28/1/12 às 10:50
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PedroM
Está tudo a comparar as medidas de austeridade da Madeira comparativamente com as do continente, o que está errado.

A Madeira tem que pagar em austeridade o que pagam os portugueses em geral, agravada do diferencial em relação aos Açores.
É em relação aos Açores que está a verdadeira injustiça e o termo de comparação: ambos têm os custos da insularidade, as verbas do continente e a autonomia regional para se governarem. Governem-se e responsabilizem-se.
Será justo os Açorianos pagarem tanto pela crise como os Madeirenses? É essa a recompensa de se terem governado com racionalidade e não terem as obras públicas que a Madeira têm mas irem pagar o mesmo por elas que os medeirenses?

Parece que o crime sempre compensa.

deixado a 27/1/12 às 13:33
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Rui F
PedroM

Estamos de acordo. Estamos sim senhor.

deixado a 27/1/12 às 14:21
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a_preferida_do_piotr
Olha, esta retórica...

«...não foi, (...) a despesa galopante que desequilibrou as contas públicas,
 mas a perda de receitas, sobretudo nos descontos para a segurança social e no IVA.
 Foi a crise, muito mais do que despesismo
."

Até fazia-me rir se não fosse caso para chorar.

Senhores vamos ser sérios, qualquer cidadão menos
letrado sabe que o Estado tem vindo a ter gastos escandalosos em despesas correntes(bens consumíveis).

Juro que não entendo, esta visão monolítica e acabada de organização, de maneira a não sobrar nada para os cidadãos a não ser a resignação ante o Estado onipresente e absolutamente dominante.

«Vendam a Madeira a quem a queira.»

Saudações

deixado a 27/1/12 às 14:21
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Alexandre Carvalho da Silveira
O buraco da Madeira, provocado pelas politicas de Jardim, que se limitou a imitar o que via fazer no "contenente", vai ser pago por todos nós, como o buraco da Republica. A Madeira ainda é Portugal.
Vejo toda a gente a atirar-se ao Jardim, mas ele limitou-se a portar-se como o presidente de uma região autonoma que ninguem controla, e gastou o que tinha e o que não tinha, porque sabia que alguem haveria de se chegar à frente. Não vou discutir o contracto que ele fez com o governo, por que não o conheço, e não estou interessado em conhece-lo. Mas este triste caso de bancarrota de uma região autonoma, deveria por-nos todos de pé atrás sobre um assunto tão querido da esquerda: a regionalização. A Madeira tem um buraco de mais de 7000 milhões de euros, as autarquias já vão em mais de 8000 milhões. Agora imaginem o brodio que seria com mais cinco ou seis regiões autonomas em Portugal, e os respectivos Albertosjoões a governá-las. Seria lindo de se ver.
PS Anda tudo caladinho em relação aos Açores, mas um passarinho disse-me há dias que o berro respectivo está para muito breve. Oxalá o tal passarinho esteja enganado, porque se não estiver, então não sei onde é que isto vai parar.

deixado a 27/1/12 às 19:07
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Com efeito
O berro está para breve?
Esperemos que sim.Quando os malfeitores tiverem a paga reservada aos migueis vasconcelos actuais.
E aí podem berrar à vontade.

deixado a 27/1/12 às 23:13
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A fotografia que ilustra o post é esclarecedora.
Diz lá 43 vitórias e acrescento eu democráticamente nas urnas.
Sendo assim vou fazer uma previsão tipo João Pinto.
Jardim se quiser volta a ser eleito se não quiser será eleito quem ele quiser.
O PS não é credível.
O PCP e BE são umas coisinhas que até o palhaço do Coelho (o da Madeira entenda-se) consegue reduzir a nada.
Como diz o vosso ídolo "boa noite e boa sorte".

 

deixado a 27/1/12 às 19:09
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"Pirralha...eu?"
fado alexandrino
Esqueceu-se do CDS, opositor feroz na Madeira e aliado fiel no continente e no pingo-doce?
O palhaço Coelho da Madeira actua no Circo, cujo dono tem sido o das 43 vitórias.
O Coelho de Massamá, em relação ao qual o senhor já manifestou a sua desilusão será o apresentador do Circo Troika?
E não tenha tanta fé no jardinismo, pois não vai chegar aos 48 anos como o outro.
Penso eu de que... como diria o patrão do João Pinto.
Cumprimentos
Cristina 


Só a menina para me tirar do sério.
Não me esqueci do Paulo Portas, é como um miudo traquinas, em casa porta-se bem e tem maneiras à mesa, vai lá para fora e dasatina.
A metáfora está tão bem construída (não é preciso bater palmas) que se explica automáticamente.

Peço desculpa de só responder hoje.
Ontem foi um dia de excitação tremenda e deitei-me esgotado.
O suspense sobre a votação entre a lista A e a lista A do PCP para enviar o seu representante/controlador para dirigir a sua central sindical foi digno de um filme daquele que bem sabemos.
Ganhou este funcionário da Carris que não é responsável por nenhuma das quebras financeiras da mesma há quatro anos.

Um aparte, houve residuais votos nulos e contra, a votação era secreta, estes garotos esquecem-se que no boletim de voto vão as impressoões digitais.
Temo por eles.


"Pirralha...eu?"
fado alexandrino
Zele pela sua saúde e não se exponha a excitações com pessoas que detesta, pois isso já parece masoquismo.
Se calhar, os delegados ao Congresso da CGTP foram eleitos pelo método do gang multi-banco, lembra-se?
Para aparecer uma lista alternativa podia ser usado o método Jardim na Figueira da Foz, não acha?
Como o senhor ainda deve estar combalido, nem lhe falo dos Administradores da Carris, esses moiros de trabalho e tão mal pagos.
Nem do resto, pois hoje é o dia de o senhor recuperar com a ajuda prestimosa do Expresso.
Cumprimentos e boas gargalhadas
Cristina


Muito obrigado.
Dois simples apontamentos, primeiro eu não detesto ninguém.
Alguns fazem-me apenas pena.

Segundo é verdade aquilo é uma grande distração, ainda agora acabo de ler Nicolau Santos que quer "produzir" bacalhau am aquicultura presumo que nalgum cantinho da Serra da Estrela e de preferência já à lagareiro.
Grandes cabeças.


"Pirralha...eu?"
fado alexandrino
Quero acreditar que não detesta alguém.
Posso concluir que alguns dos seus comentários se resumem a uma imitação quase perfeita desse sentimento?
Pensava que o senhor se divertiria com este título de primeira página do Expresso:
«Cavaco contra Estado mínimo de Passos Coelho»
Confesso que não gasto um tusto em jornais e por isso, não conheço o conteúdo desse artigo nem o de Nicolau Santos.
Será que este teve a intenção de apresentar uma proposta complementar à da exportação do pastel de nata, vinda da grande cabeça do ministro bacalhau pescado na Terra Nova?
Cumprimentos
Cristina


Para terminar porque não gosto, peço desculpa, de muitas réplicas e contra réplicas apenas entre dois, confunde-se com latifúndios e sabe-se bem onde isso nos leva.

Na realidade não detesto ninguém, alguns muitos alguns para mim são apenas pequenitas moscas que enxuto porque me aborrecem como num dia de Verão na praia (hoje deu-me para a prosa rebuscada).

Outros muitos outros a mim parecem-me aqueles cãezitos que ladram, ladram e quase que nos chegam às canelas e com um bom berro lá vão rabo entre as pernas.

Está explicado.

 

O Expresso é um jornal socialista que detesta Passos Coelho porque ele pode ser um entrave às pretensões do grupo Impresa e para isso fará tudo o que for necessário, até elogiar Cavaco.

Lendo as várias intervenções dos cronistas abre-se a boca de espanto como é que eles querem ser chamados de jornalistas.

Chama-se a isto ter um grande jogo de rins.

 

Melhores cumprimentos.



Careca à vista
A mosca marialva que é conhecida por Fado Alexandrino gosta de chamar a outros moscas.Mas o que o fadista carunchoso que diz que o Expresso é socialista (lolol) quer mesmo é acachapar-se na merda que o Passos Coelho fez e faz.Este fadista que diz que o Expresso é socialista(lololol) é o exemplo vivo do cão que ladra e que gosta do dono ao ponto de se meter de cócoras e de andar aos caídos enquanto lhe lambe as botifarras.Coisa desprezível,com efeito.Mostra o que é um serviçal do poder laranja mais extremista.E ainda se põe a cagar de alto.Um cagão diria Bocage.

deixado a 29/1/12 às 02:28
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"Pirralha...eu?"
faso alexandrino. Stop.
Compreendi-o. Stop.
Até próxima. Stop.
Cumprimentos. Stop.
Cristina


Como pode ter havido por erro meu mau juízo, deixe-me dizer-lhe que a senhora e outros (poucos), independentemente de estarmos, uns no norte outros no sul merecem-me a melhor estima consideração e estímulo para troca de ideias. 


"Pirralha...eu?"
fado alexandrino
Como sabe, eu tenho consigo uma postura diferente da que utilizo para outras gentes.
Pelas trocas de impressões que temos mantido, não fiz mau juízo do que me disse.
Só não sei se os pontos cardeais estão certos.
Parece-me que o senhor continua mais agarrado ao antigo LestevsOeste do que à questão Norte/Sul...
Cumprimentos bem-dispostos
Cristina 

 

deixado a 29/1/12 às 20:54
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A.R.A
FADO ALEXANDRINO

Fado, entre um Bombay Sapphire com um toque de agua tonica e um abanico devido ás moscas "veraneantes" ainda ter tempo para se inteirar acerca das votações da CGTP, ainda por cima quando se trata de "gentes" de somenos importancia, é obra!

Um bem haja ao seu ecletismo "canideo", ainda que ... sofrido.

Cumprimentos
A.R.A


Não, não, está enganado.

Por acaso estou a beber um Porto que não sendo um Vintage é de uma boa colheita um LBV com idade respeitável para comungar da tristeza daquele senhor que é treinador do FCP.

Adiante.

 

Para começar o senhor está incluído no grupo da Cristina e para finalizar estou atento, muito atento mesmo, a tudo o que me rodeia.

E neste momento assusta-me a tomada do poder da CGTP por um funcionário medíocre do PCP que será apenas a correia de transmissão mais ortodoxa de um partido que por si já é um anacronismo.

Isto é mau, para os trabalhadores, para a CGTP, para Portugal.

 

Por mim estou-me borrifando, estou quase de partida, quem ficar que apague a luz e feche a porta.

Melhores cumprimentos

Bye.



A.R.A
FADO ALEXANDRINO

Obrigado pela consideração e pela capacidade em ver em mim algo mais do que um anacronico comunista, sendo capaz de ir além do preconceito para debater ideias, mesmo que estas se encontrem nos antipodas, e tenha a certeza que, pela parte que me toca, é de igual modo merecedor de consideração identica.

Cortesias continuadas, brindo ao seu Porto LBV com um medronho algarvio (tão bom, ou melhor, que a melhor grapa) em comunhão, à tristeza ... do sr. Vergonhoso.

Cortesias aparte, só o facto do Fado se assustar já é meio caminho ganho por esta eleição na CGTP e achar mediocre o eleito sem conhecimento de causa (a não ser que seja um assiduo sindicalizado nas reuniões da CGTP) demonstra que em termos de ortodoxia, o caro amigo, sabe do que fala.

Como espero que "a sua partida" seja uma metafora ao post em questão, aguardo novos debates no futuro em que "ambos os 2" teremos sempre um MAS controverso qualquer para nos "antagonizar-mo-nos"!

Cumprimentos
A.R.A

deixado a 30/1/12 às 19:27
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Distribuidor de ossos
Béu-béu diz o fadista.E gosta do Jardim que ao que parece é rapaz da mesma idade que o fadista.
Andam aos caídos e são ambos do PSD?Logo ladrões de alto coturno.

deixado a 27/1/12 às 23:15
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«antes podia acusar o governo da República pelas suas desgraças»...como? essa não entendi...tb se culpará o anterior governo pelo próximo furacão que varra as caríbas..claro lógico...por esse lado entendo ...é assim um tique fica sempre bem referir...

deixado a 27/1/12 às 19:44
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