Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010
por Bruno Sena Martins
"A construção recomeçou hoje nos colonatos da Cisjordânia, mal terminou a moratória que congelava esta actividade, que ameaça as negociações de paz entre Israel e os palestinianos."

Quarenta anos depois da Guerra dos 6 dias, há muito que Israel é o maior inimigo de Israel.

por Bruno Sena Martins
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55 comentários:
Enquanto o povo israelita, a maioria que pretende ver este miserável conflito findar definitivamente, não eliminar a influência dos ultra-ortodoxos que infestam o governo e os principais órgãos de soberania, nada será feito.
Pede-se que a administração Obama endureça a sua postura perante Israel. Difícil, mas pode acontecer.

deixado a 27/9/10 às 14:16
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israel sempre foi o seu pior inimigo

colonialista desde a sua fundação...era expectável

e os judeus por todo o mundo tornaram-se um alvo por causa deste estado

e a shoa já não persiste na memória e os judeus e descendentes são só uns 20 a 25 milhões

em breve o peso político do islão
retirar-lhes-à muita da sua influência mundial

restam-lhes 200 ogivas nucleares para
manter o status quo durante os próximos 40 anos

deixado a 27/9/10 às 15:00
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a maioria?

que pretende ver este miserável conflito findar definitivamente, é duvidoso

querem ver findar sem ceder nada

e não são só os ortodoxos e ultra-nacionalistas

são a nova imigração da rússia e da ucrânia
600 a 700 mil judeus fixaram-se nos últimos 19 anos
e3mbora muitos mantenham dupla nacionalidade e residência apenas durante o inverno em israel ou tenham reemigrado para os EUA
continuam como votantes
e os expatriados são sempre extremistas (em geral)

deixado a 27/9/10 às 15:07
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simon
Não, não é. Israel não é o maior inimigo de si mesmo. Judeus querem tudo, não se ficam por meias medidas, e estão a breve prazo a consegui-lo.

deixado a 27/9/10 às 15:07
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são banza
Os sionistas estão a dar razão a quem acha que é injusta a criação de Israel. O sofrimento do povo judeu não lhe dá carta branca para o massacre que efectua desde há décadas sobre os palestinianos, tão semitas quanto ele.

Os EUA, para mim, são tão culpados qunto Israel, pois sempre cobriram todas as sua atrocidades.

Boa semana.

deixado a 27/9/10 às 15:44
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Bolchevike
Isto só vai com uma grande guerra!
Negociar com ladrões e trafulhas, é que não!

deixado a 27/9/10 às 15:46
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Abundância no Presépio
4.ª feira, 18.30, Auditório da escola secundária de Camões (quando se desce para a Estefânia, onde era a antiga António Arroio), conferência de Norman Finkelstein.

deixado a 27/9/10 às 16:23
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Quem é o Vadis ?

deixado a 27/9/10 às 16:37
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Lisboeta
Ainda há alguns dias atrás, Mahmoud Abbas - presidente da Autoridade Nacional Palestiniana - tinha dito que a opção dos nazi-sionistas era o fim dos colonatos ou a guerra. Pelos vistos, estes optaram pela guerra. Na verdade, dificilmente se conseguirá a paz com esta gente. Senão vejamos como até Eça de Queirós já os topava de gingeira:

«A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frisante depois da guerra: e o bom alemão não pode tolerar este espectáculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, enquanto ele, carregado de louros, tem de emigrar para a América à busca de pão.

Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado. O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. E necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza. A sua pompa espectaculosa de Salomões parvenus ofende o nosso gosto contemporâneo, que é sóbrio. Falam sempre alto, como em país vencido, e em um restaurante de Londres ou de Berlim nada há mais intolerável que a gralhada semítica. Cobrem-se de jóias, todos os arreios das carruagens são de ouro, e amam o luxo grosso. Tudo isto irrita.

Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater.

Tudo isto ainda seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do Templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica. Só casam entre si; entre si, ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões – mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se diferençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até à maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade – e pago com ódio.»

deixado a 27/9/10 às 16:51
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Pinto
Os israelitas têm de copiar pelos seus vizinhos e colocar gente moderada a governar.

É preciso muita lata para vir acusar os governantes israeliras de ultra qualquer-coisa quando ao lado vemos o Hamas.
O ódio anti-semita é doentio.

deixado a 27/9/10 às 19:01
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