Quinta-feira, 28 de Junho de 2007
por Daniel Oliveira


por Daniel Oliveira
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20 comentários:
André Militão
Fado Alexandrino, fique sabendo que eu não gosto de viver num país onde somos obrigados a respeitar cargos políticos! O primeiro ministro e o ministro da saúde são quando muito superiores dos seus filhos, pois quem os pôs lá foi o povo e é o povo que manda neles, chama-se a isso democracia...

Se o senhor quer respeito pelo dirigente de um país quiçá deva mudar-se para uma ditadura, aí sim, como o povo não teve voto (ahaha) na matéria, já podem despedir e prender toda a gente que fizer pouco do governo.

deixado a 2/7/07 às 11:36
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Excelente, Daniel ... De todo!
abraço,
M.

deixado a 29/6/07 às 22:53
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Boa!

deixado a 29/6/07 às 19:59
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a.pacheco
Mas então Fado Alexandrino, possivelmente resta-lhe CUBA, o ZIMBABUE, a Coreia do Norte, ou a Polonia.

Há muito de resquicios salazarentos, nestas reações do quer posso e mando.

Se Socrates se sentiu insultado, tinha os tribunais para se queixar.

Se Correia de Campos considerou de mau gosto o cartaz, que nós ainda não sabemos o que é, ( mas tendo em conta os constantes dislates do ministro....), mandava retirá-lo ( se houvesse motivo para isso) e pronto.

O grave é, que logo a sguir, vão buscar um vereador PS de Ponte da Barca para o lugar dosponivel, o que cheira demasiado, a uma forma expedita de arranjar mais um tacho para a rapaziada.

Em suma PS e o PSD são farinha do mesmo saco.

Logo que ganham eleições os lugares do aparelho de estado ficam a saque, e não inportam os meios para alcançar os fins.


Mais uma lição para aqueles que defendem maiorias absolutas...

deixado a 29/6/07 às 12:03
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Humor (sentido de )
Ainda havemos de o ver à venda nas farmácias em unidoses com a recomendação
SE NÃO USAR TODAS ESTAS DOSES - DÊ AOS POBRES, QUE EMPRESTA AO ESPÍRITO SANTO!

Isto é um caso muito sério. Aliás, vários casos. E o tempo que nos faz perder em melindres de donzela, gasta-o este governo à socapa em delitos de (isso mesmo que estais a pensar). Eficaz? E revelador.
Como se aplica o conceito de desobediência civil à gargalhada por ver um "superior hierárquico" perder completamente a compostura, ou seja, a noção do ridículo? Quem não consgeue ver que a melhor maneira de aumentar as anedotas é proibir uma anedota?
Ora aí está: o que se pretende é aumentar desesperadamente a jocosidade nacional, em privado já se vê. À vista, tudo cinzentinho e conformado. Depois contamina e há falta de inovação, criatividade, competitividade? Pois há, lá isso... riscos de privatizar exercícios de inteligência. Paciência! Não se pode ter tudo: para obediência, mesmo na inutilidade, sobretudo na inutilidade, a inteligência só atrapalha.

deixado a 29/6/07 às 03:59
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Posted by: Daniel Oliveira | junho 29, 2007 12:21 AM

Não, não estou.
O que estou a ver é que há uma coisa chamada relação institucional que dá direitos e deveres.
Não gosto de viver num país onde um funcionário no local de trabalho pode jocosamente brincar com o seu superior.
Para que conste não voto nem votarei PS.

deixado a 29/6/07 às 02:16
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Daniel Oliveira
Pediria que fosse retirado. Se se demitisse a directora, o que diria o senhor?

Já agora, costumo ver missas a inaugurar e edificios públicos e nunca pedi a demissão de ninguém por isso.

A partidarite consegue o milagre de tudo poder ser defendido por alguém.

deixado a 29/6/07 às 01:04
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lorelei
Brilhante ideia este seu "post preventivo". Está cada vez mais perto o dia em que, ao chegar à repartição, em vez de mandarmos uma piada de mau gosto, pedimos "S'abença madrinha" para ouvirmos um seguro "Deus te abençoe, meu filho." Será o sinal de que continuamos empregados... por não faltarmos ao respeito.

deixado a 29/6/07 às 00:58
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Joel
"O Centro de Saúde não é do ministro."

Nem da directora. Porquê manter um cartaz jocoso no mesmo. Se fosse propaganda a uma igreja o Daniel indignava-se. Como era apenas uma piada, a liberdade de expressão está a ser atropelada. Demagogia?

deixado a 29/6/07 às 00:38
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Luísa
Também eu declaro que nunca usarei da palavra para provocar riso ou crítica a propósito de qualquer personalidade pública num cargo de poder.
A não ser, claro, que se comportem como uns imbecis e atentem contra a liberdade.

deixado a 29/6/07 às 00:33
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