Crítica ao predomínio do egoísmo mercantil, denúncia das múltiplas consequências negativas da onda de privatizações e do culto do sector empresarial dito privado que minam as instituições públicas. Defesa da redução das desigualdades e de um sentido de propósito colectivo erodido por anos de hegemonia das engenharias políticas neoliberais. A linguagem do bem comum, da economia moral, recuperada por uma esquerda que tem tarefas urgentes de conservação e de reinvenção de práticas e de valores igualitários. Só assim se pode contrariar o empobrecimento do imaginário social-democrata. Estes são os temas do recente e oportuno
manifesto para uma nova política da autoria do historiador Tony Judt. Será que não há por aí um jornal de referência que possa publicar uma tradução?