Segunda-feira, 28 de Junho de 2010
por João Rodrigues


O debate democrático e o envolvimento na tomada de decisão sobre o uso dos recursos ou a existência de níveis de desigualdade socioeconómica reduzidos são alguns dos ingredientes do compromisso duradouro entre indivíduos, da confiança, que permite conjugar a primeira pessoa do plural na economia. O curso de formação, que terá lugar em Lisboa no próximo Sábado, organizado pelo CES e pelo Le Monde diplomatique – edição portuguesa, é precisamente sobre a economia dos bens comuns: um mapa das discussões na economia comportamental, na ciência política ou nas políticas públicas. Um curso para contrariar o atrofiamento da imaginação institucional. Mais pormenores aqui.

por João Rodrigues
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19 comentários:
Excelente ideia. E para quem não puder participar, ou estiver relutante com os princípios deste Curso, lembre-se apenas da sua última assembleia de condomínio e compreenda o ridículo e a falácia das teses ditas "liberais", as tais que defendem que a prossecução do bem comum é a mera soma aritmética da prossecução dos "bens" individuais. Ora se isso nem dentro de cada Família é verdade...

deixado a 28/6/10 às 12:12
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Nuno
O Português acredita no bem comum? Não creio. Acredita no bem Estatal, do qual ele é utilizador.
Acreditasse no bem comum, e não sujava, estragava, abusava, etc...

deixado a 28/6/10 às 12:17
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Minhoto
Um debate na mesa do comité do politicamente correcto, de democrático tem muito pouco.
"que permite conjugar a primeira pessoa do plural na economia..." que frase mais linda, os polacos, hungaros, russos, coreanos, cubanos, venezuelanos, chineses, ucranianos, cambojanos, etc, têm uma palavrinha a dizer sobre isso.
Ainda passo por lá...NOT!

deixado a 28/6/10 às 13:16
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Minhoto
E o "págár" também é conjugado na primeira pessoa do plural? A dinheiro da inscrição quando é que é recersido á primeira pessoa do singular?
Tem lá o fidalgo do Castro Caldas, então vou, para comprimentar o primo.

deixado a 28/6/10 às 13:29
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Rui F
Isso é outra coisa: Falta de civismo e aprende-se normalmente em casa.

deixado a 28/6/10 às 17:44
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Rui F
Normalmente há uns chicos expertos aqui na quinta dos saloios que conjugam em Francês: "á moi".

Quando toca a combater a desigualdade, a direita pula logo fora a arremata com cubanos!

deixado a 28/6/10 às 17:49
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Rui F
E aqueles cursos de cocórococo no hotel Ritz por professores de oxford que ninguém conhece, patrocionados pela fundação "quinta da marinha" e que vêm fazer lavagens cerebrais acerca das virtudes do mercado auto regulado?

deixado a 28/6/10 às 17:53
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Nuno
Não é SÓ a falta de civismo. É a ideia que "aquilo" não é "nosso". É de "alguém" que há-de tomar conta. É o mesmo raciocínio de quem rouba nos impostos. Está a sacar dinheiro ao "the man", e não a um fundo comum

deixado a 28/6/10 às 18:37
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Grilo
a propósito de bens comuns:

http://planisferiodasilhas.blogspot.com/2010/06/retorno-daqui-13333-anos.html

deixado a 28/6/10 às 19:41
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Rui F
Civismo

Aprende-se em casa, na familia, no seio dos amigos que escolhemos

deixado a 28/6/10 às 23:15
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